"Nada e dificil para quem ama"
domingo, 6 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
O que é o Satanismo?
Enquanto muitos ainda hoje negam a existência do Diabo, outros chegam a prestar cultos a ele, nesta coluna falaremos sobre este culto, lembrando sempre das palavras de São João Crisóstomo: "É claro que não tenho prazer em falar-vos do demônio, mas o ensinamento de quem ele é será muito útil para vós".
Chama-se satanismo o culto à Satanás, onde seus adeptos professam abertamente sua crença e afeição à ele. O satanismo teve como inspirador Aleister Crowley. Nascido em1875 na cidade de Leanington, na Inglaterra, ao longo de sua história, Aleister se envolveu com o esoterismo, participando de várias Ordens: Ordem Hermética da Golden Dawn (onde quis ser dirigente, o que não conseguiu), Ordem do Templo do Oriente (tomando o nome satânico Baphomet), até que fundou então sua própria seita chamada de Ordem da Estrela de prata (Silverstar). Em 1920, fundou em Cefalú (Sicília, Itália) um convento de satanás, chamado Abadia de Thelem, onde drogas e sexo eram livres. Com toda essa conduta pervertida e perversa recebeu o título de “o homem mais pervertido do mundo” do qual se orgulhava. No final, Crowley foi para os Estados Unidos, onde morreu a 1º de dezembro de 1947, abandonado pelos seus e destruído pela droga.
Surge então Anton Sandor La Vey, um dos seus seguidores mais notáveis, fundador da Igreja de Satanás, que tem 8 Ritos, começando pela Missa Negra, que é nada mais que uma paródia da Missa Católica, onde um homem se reveste de paramentos, como os de sacerdote, usando como altar o corpo de uma mulher raptada ou de uma prostituta.
Publicou também a Bíblia Satânica, onde contém inclusive as bem-aventuranças: “Bem aventurados os braços de ferro, porque os fracos fugiram deles... Desgraça àqueles que buscam à Deus, pois serão eliminados”. “O culto ao diabo não é se não a religião da carne e da matéria: o altar despojado e a mulher desnuda são símbolo da carne”, declarou La Vey.
Quem entra para uma seita satânica passa pelos ritos de iniciação, onde é necessário recusar a obediência a Deus e dizer sim a satanás, abjurar a fé na Eucaristia, repudiar a virgem Maria e até roubar hóstias consagradas para os ritos sacrílegos.
O satanismo hoje está difundido no mundo inteiro, na internet centenas de sites satanistas fazem propaganda do “encardido”, no cotidiano pessoas vestem camisas de bandas que são consagradas a ele, trazendo símbolos de culto à satanás; como a cruz de cabeça pra baixo e até o número 666 que no Apocalipse é descrito como o número da besta... Enfim este movimento tem sido professado de muitas formas inclusive subliminares.
Costumo pensar que “assim” como as crianças na praia constroem castelos na areia, brincam, brincam e depois os destroem, assim também é satanás. Enquanto Jesus nos cumula de milagres e da maior graça; a vida eterna; satanás cobra essa consagração feita a ele, do jeito e como ele quer. A prova disso é como os adeptos do satanismo tem mortes trágicas. Por exemplo Kurt Cobain e Janis Joplin, “grandes gênios ‘autosdestrutivos’ do rock”, que tiveram fama, mas morreram na solidão e de formas absurdas vítimas dessa ousada consagração ao diabo.
Na carta aos Coríntios, São Paulo nos ensina que não podemos beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios. Dotados do livre arbítrio podemos escolher beber do cálice do Senhor; fonte da alegria verdadeira, da cura, da libertação; ou beber do cálice daquele que o próprio Jesus chamou de “homicida desde o princípio” (Jo 8, 44).
Por toda essa blasfêmia que o Senhor Jesus sofre ainda hoje, o que devemos fazer hoje é amar e adorar a Jesus, por quem não o faz. “Que a luz de vocês brilhe diante dos homens, para que eles vejam as boas obras que vocês fazem, e louvem o Pai de vocês que está no céu” (Mt 5, 16).
A reação de um autêntico cristão frente ao satanismo não pode ser de julgamento, e sim de testemunho, devemos iluminar o mundo inteiro com essa luz que tem que estar presente em nós.
Nádia Duarte Prata
Membro da CCDE
Baseado no livro Falsas seitas, doutrinas e religiões, do Prof. Felipe de Aquino
A Igreja de Cristo
Jesus Cristo fundou somente uma Igreja, mas
qual será? A Verdadeira Igreja de Cristo é a Igreja Católica Apostólica Romana.
Só ela guarda em totalidade os mandamentos. Só ela foi fundada por Jesus
Cristo. Só ela foi fundada sobre Pedro, rocha visível da Rocha Invisível (Mt
16,18-19). Só ela tem 2000 anos. Só ela vem dos tempos apostólicos e guarda
fielmente o Depósito da Fé. Os pecados dos filhos desobedientes às palavras da
Igreja, não puderam e não podem manchar a Igreja e sua sã doutrina, pois ela é
a Esposa de Cristo. Sobre ela Cristo afirmou que “as portas do inferno não
prevalecerão” (Mt 16,18).
Somente na Igreja Católica, Jesus se dá como
alimento. Não se trata de uma simbologia da Santa Ceia, mas do Sacrifício de
Cristo, que se renova a cada Santa Missa celebrada no altar. Milagres,
comprovados cientificamente, testemunham esta verdade.
Após a reforma protestante, que ocorreu no
século xv, cada ser humano se julga no direito de interpretar a bíblia, segundo
seus interesses. Apesar de tão claro ensinamento, dizem possuir a unidade
aqueles que se dividem em mais de 30000 seitas diferentes, com crenças,
doutrinas, batismos e ensinamentos diferentes. Ora isso é pecar contra o
Espírito Santo, pois o mesmo não poderia inspirar a confusão.
Somente Jesus Cristo Salva, esta é a verdade.
Porém, Jesus salva através dos meios que Ele escolheu. Tolamente se engana
aquele que imagina crer em Jesus Cristo e na verdade vive escolhendo aqui e
acolá alguns dos ensinamentos do Salvador, e não os aceita em sua totalidade.
Porém, quanto àqueles que não tem tal conhecimento, mas mantêm o coração puro
na prática do bem, estes receberão a misericórdia de Deus, no projeto de
salvação.
O mundo tem pregado mentiras como se fossem
verdades. Com isso muitos têm se confundido, principalmente os escolhidos de Deus.
Levando muitos a abandonarem a Igreja de Cristo, cumprindo a revelação de 2 Tim
4, 2-4: “Pois vai chegar o tempo em que muitos não suportarão a sã doutrina da salvação, levados
pelas próprias paixões e pelo comichão de escutar. Desviarão seus ouvidos da
verdade e se orientarão para as fábulas.” Hoje em dia, muitos não aceitam a posição
da Igreja mediante o aborto, o uso da camisinha, o homossexualismo e a
indissolubilidade do Sacramento Matrimonial.
Quando visitou o Brasil, o hoje Papa Emérito
Bento XVI disse: “A Igreja precisa de qualidade e não quantidade”. Só se ama
aquilo que se conhece. Quem não ama a Igreja, precisa conhecê-la para amá-la e poder
dizer: Sou feliz por ser CATÓLICO.
Marcone Silva Matos
Membro da CCDE
Músicos, instrumentos de Deus! Não do mundo!
A música é um instrumento infalível para se chegar ao coração do homem. Seu poder é capaz de revolucionar uma nação inteira, e quando é usada de maneira errada consequentemente poderá causar grandes destruições. O mundo conhece perfeitamente o poder da música, por isso, sempre se utilizou dela com muita precisão. Filmes, novelas, comerciais, propagandas políticas, tudo isso precisa ter música para levar sua mensagem ao conhecimento de todos, marcando épocas e formando opiniões. O inimigo de Deus também não perde sua oportunidade, astuto como ele é, está sempre lançando suas sementes de pecado através de canções bem produzidas, com ritmos contagiantes, que acabam por se tornar tão comuns que até mesmo pais e educadores que são tão comprometidos com o futuro, passam a incentivar suas crianças a cantar e dançar tais músicas que muitas vezes possuem letras obscenas, blasfemam contra Deus e sua Igreja, que incentivam a violência, que desvalorizam nossas famílias. São traços explícitos de um movimento encardido chamado nova era, que tem como objetivo desviar o olhar do ser humano para que ele não mais olhe para Deus e se perca nas ilusões do mundo. É lamentável, mas o demônio conseguiu com suas mentiras ganhar pessoas com talentos incomparáveis para compor, tocar e cantar canções para ele, desfigurando a própria imagem de Deus existente nos seres humanos.
Não há dúvida nenhuma de que a música é uma inspiração única que vem do Céu, e que assim como os pássaros e toda a natureza a sua volta, também o homem recebe este dom que é exclusivamente cedido por Deus. Portanto é preciso que o ser humano compreenda que se deve cantar sim, mas cantar a paz, o amor, o perdão, as belezas da criação e nunca se esquecer que a Glória, a força e o poder pertencem a Jesus Cristo, o Senhor.
Na história do povo de Deus, encontramos passagens lindíssimas onde a música é usada como instrumento na batalha contra o mal, e ainda hoje, em meio a tempos tão difíceis que vivemos, Deus tem suscitado em muitos a vocação de cantar proclamando ousadamente teu Evangelho, mas nem todos têm respondido a este chamado do Senhor, pois o mundo tem se tornado cada vez mais atrativo aos sensíveis corações dos músicos. O sucesso, o desejo de ser notado, aplaudido, tem atingido a muitos e não se pode negar que grandes ministérios se desabam ou vivem se arrastando por causa de sementes pecaminosas que crescem como joio para abafar o trigo.
É preciso lutar! a música é um instrumento de Deus, e aqueles que foram chamados por Ele precisam resistir às tentações do mundo e se tornarem fonte de cura e de salvação, sem deixar de lado as técnicas e toda a essência encantadora da arte, ao contrário, usar de todos os artifícios que a música possui para a evangelização. O Papa João Paulo II dizia sabiamente em sua carta aos artistas que "o artista vive numa relação peculiar com a beleza. Pode - se dizer, com profunda verdade, que a beleza é a vocação a que o Criador o chamou com o dom do talento artístico. E também este é, certamente, um talento que, na linha da parábola evangélica, se deve pôr a render."(Carta do Papa João Paulo II aos artistas, 1999)
Sem dúvida nenhuma é necessário também que se tenha o desejo pela santidade, que busquemos a oração com a mesma intensidade que as técnicas para que nossa música transforme vidas. Davi quando tocava sua harpa, expulsava o demônio (1Samuel 16, 23), porque o Espírito de Deus estava sobre ele. A nós músicos de hoje também é confiada a missão de libertar os cativos, e toda a unção que vem do alto repousa sobre nós. Não podemos perder de vista o verdadeiro sentido de nossa vocação. A música é o instrumento que Deus nos confiou para anunciar com ousadia e intrepidez toda a verdade do Evangelho, para que o mundo creia e experimente que DEUS EXISTE.
Santa Cecília rogai por nós!
Enias Costa
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